Sejam Bem-Vindos ao Primeiro Episódio de Death Toll!
Uma mulher, acorda no meio de uma ilha paradisíaca. Sem entender o que está acontecendo, como e porque ela está ali, sai em procura de ajuda.
Alice Bridge: Alguém aí? O que está acontecendo?
Alice continua andando, até perceber um barulho de arbustos a sua frente. Ela recua um pouco, e aparece um homem com uma cicatriz nos olhos. Os dois se encaram assustados.
Alice Bridge: Alice Bridge, tenente da Polícia de Toronto.
Frank Min: E o que seria isto aqui, tenente?
Alice Bridge: Gostaria de saber tam...
Antes de Bridge terminar, os dois escutam um grito de socorro. Sem titubear, vão em direção do grito. Ao chegar lá, encontram uma idosa com o pé preso em um buraco. Alice a ajuda a sair.
Alice Bridge: Não tem de quê.
Frank Min: Ok, mas você sabe o que está acontecendo aqui, velha?
Linda olha confusa para Frank, e os três ficam sem entender a situação, até que um outro homem aparece.
Trinton Darco: Alguém aí viu o Jeremy?
Death Toll
The Beginning of a Nightmare
"Tudo tem começo e meio. O fim só existe para quem não entende o recomeço"
-Luiz Gasparetto
Os quatro seguem em busca de alguma explicação, até que encontram duas mulheres discutindo, e um homem tentando as separar.
Jolene Harris: Vou parar quando acertar a cara desta vadia!
Beth Sanders: Se você conseguir encostar um dedo em mim...
Alice Bridge: O que está acontecendo aqui?
Beth Sanders: Eu estou perdendo a paciência...
Jolene Harris: Ficou irritadinha???
Beth empurra Leonard, e acerta um soco na cara de Jolene, que cai de imediato. Pieters e Bridge afastam Sanders, enquanto Linda iria verificar Harris.
Linda Gens: Por que vocês estão discutindo?
Peter Hear Nalon: É meio difícil você acordar num lugar estranho do nada, e encontrar um bando de gente tentando separar duas minas que estão brigando.
Frank Min: E a gente está achando isto muito normal...
Peter Hear Nalon: Irmão... Se você não tem graça, não tente cortar a graça dos "parça".
Frank tira a mão de PH lentamente
Frank Min: Eu não seu parça, e não estou vendo a graça.
Jolene Harris: Você vai pagar!
Beth Sanders: Só quero ver essa dondoca aí, me peitar...
Alice Bridge: Pelo amor de Deus!!! Estamos em um lugar desconhecido, rodeados por desconhecidos, por algum motivo desconhecido... E tenho absoluta certeza que essas briguinhas não vão ser úteis!
Todos ficam quietos, e o silêncio permanece até que escuta-se um grito vindo de longe. Todos voltam suas atenções para a sua direção, e de longe enxergam uma mulher de cabelos laranja, e um homem negro com dredds.
Blaineley Diexen: Hey, vocês! Venham aqui!
O grupo se olha, esperando alguém decidir algo.

Trinton Darco: Vamos lá, então.
Eles vão em direção das duas pessoas

Leonard Pieters: Vocês sabem o que está acontecendo aqui?
Jonathan Nolax: Gostaríamos de saber também.

Frank Min: Que grande merda. Pensei que soubessem o porque estamos aqui.

Jonathan Nolax: Vai com calma rapaz. Estamos todos na mesma situação, pelo visto.

Blaineley Diexen: Dez pessoas jogadas em uma mata... Não gosto disso.
Escuta-se passos vindos de longe, e todos param assustados. Mesmo com a distância, é possível se observar a figura de um homem. Ele se aproxima.
Hermman Saar Uhlig: Onze pessoas.
[...]
Os onze continuam a sua caminhada, em busca de alguma informação, quando avistam uma garota desesperada. A moça corre em direção do grupo, pedindo ajuda.
Amy Pryton: Socorro! Tem um cara desacordado!

Alice Bridge: Como assim?

Amy Pryton: Eu tava tentando achar alguém, aí encontrei um garoto desacordado.

Frank Min: Desacordado ou morto?
Todos olham assustados para Min

Frank Min: Que foi gente?

Amy Pryton: Desacordado.

Leonard Pieters: Me leve até ele. sou médico, posso ajudar.
Amy conduz o grupo até o local onde o rapaz desacordado estava.

Amy Pryton: Aí está ele.
Leonard, Blaineley e Linda vão verificar o rapaz, enquanto os outros continuam conversando.

Trinton Darco: Por que um bando de aleatórios foi jogado em um lugar aleatório?

Peter Hear Nalon: Por razões aleatórias.

Hermman Saar Uhlig: Não é uma boa resposta.

Alice Bridge: Não temos respostas, essa é a questão.

Peter Hear Nalon: Belo jogo de palavras, moça.

Alice Bridge: Fica na sua.
PH ri, enquanto o rapaz começa a acordar.
Gary Nox: O que está acontecendo?

Beth Sanders: Dá vontade de matar o responsável disso, só pela quantidade de "O Que está acontecendo?".

Jolene Harris: Ninguém pediu sua opinião.
Leonard intervém

Leonard Pieters: Vocês já acabaram?
Beth e Jolene ficam quietas, e Jonathan toma a palavra

Jonathan Nolax: Tenho certeza que não devíamos perder tempo bri...
Antes de Jonathan terminar, surge uma outra moça
Sarah Fuchs: Graças a Deus pessoas normais... Eu acho.

Peter Hear Nalon: Já somos quatorze.

Sarah Fuchs: Talvez quinze. Eu vi um homem muito estranho pela mata.
Trinton Darco: Já vi treze pessoas muito estranhas nessas bandas, mais uma não faria muita diferença.

Beth Sanders: Nos leve até ele, então.

Sarah Fuchs: Eu nem sei se vocês trabalham com ele. Vai que é tudo uma armadilha pra...
Antes de Sarah terminar, Frank a interrompe com um tom de ameaça

Frank Min: Cale a sua boca, e nos leve até lá!
Fuchs fica assustada, e os conduz até o local onde tinha visto o tal homem. Chegando lá, o grupo não avista ninguém.

Peter Hear Nalon: Moça, você é gata e talz, mas não tô vendo ninguém aqui.

Sarah Fuchs: Eu vi ele, eu tenho certeza que vi ele!

Jolene Harris: Então, cadê o cara?

Sarah Fuchs: Não sei, deve ter ido pra outro lugar.

Hermman Saar Uhlig: Não gosto do rumo desta conversa.
Frank agressivamente agarra Sarah, e a pressiona em uma árvore.

Frank Min: Cadê o tal homem estranho?
Gary puxa Frank e o empurra pra longe.

Gary Nox: O que é isto, cara? Ficou louco? Quem tu pensa que é pra fazer isso com ela?

Frank Min: Uma pessoa racional. Tem muito cheiro de armadilha isso.

Gary Nox: Uma pessoa racional não agiria deste jeito.
Beth se posiciona

Beth Sanders: Dá próxima vez que você tentar dar uma de babaca de novo, eu vou me garantir que será a última.
Frank irritado, se cala

Linda Gens: Tudo bem gente, mas cadê o homem estranho?
De repente, os arbustos na frente do grupo começam a se mover, e fazer barulho. Todos se assustam, e Jolene começa a se afastar com medo.

Hermman Saar Uhlig: Apareça babaca!
Beth, Alice, Gary e Jonathan se preparam para um confronto enquanto os outros ficam atentos a qualquer movimento. Mais atrás, Jolene é surpreendida pelo homem, que a prende em um mata-leão. O restante se assusta, e o homem estranho toma controle da situação.
Edward Huddington: Quem são vocês?

Jolene Harris: Me solta!!!!

Alice Bridge: Solta ela!
Edward Huddington: QUEM SÃO VOCÊS?!?!

Jonathan Nolax: Quem é VOCÊ?!

Edward Huddington: Por que estou aqui?

Trinton Darco: Não sabemos.

Edward Huddington: O que é isto?

Jolene Harris: Dá pra parar com o interrogatório, e me soltar?
Edward solta Jolene

Jolene Harris: Obrigado, seu babaca.

Sarah Fuchs: É ele o homem estranho que eu tinha visto!

Jolene Harris: Obrigada por avisar...
Os quinze se encaram, sem entender o que está acontecendo. Até que Jonathan avista algo.

Jonathan Nolax: Vejam! Lá naquele morro tem um poste!

Gary Nox: O quê?
O grupo avista também

Blaineley Diexen: Realmente. Agora, por que tem um poste no meio de uma mata?

Alice Bridge: Vamos descobrir...
O grupo alcança o poste, e percebe que haviam auto-falantes nele.

Jolene Harris: Pra que isso serve?
Os auto-falantes ligam, e um homem começa a falar
Erick Graham: Você realmente não sabe pra que um auto-falante serve?
O grupo se assusta, e Min aproveita pra perguntar

Frank Min: Você deve saber o que é isso aqui!
Erick Graham: Sim, eu sei. E contarei se não houver mais interrupções.

Hermman Saar Uhlig: Então, não haverá mais interrupções.
Erick Graham: Muito bom. Vocês quinze foram selecionados para participar de um Reality Show. Nosso objetivo é ver como quinze pessoas conseguem sobreviver numa ilha, sem avisos prévios.

Alice Bridge: Isso não faz o menor sentido.

Blaineley Diexen: Como nos colocam em um Reality show sem nem sabermos? Sem nem aprovarmos?
Erick Graham: Tudo já foi acertado com suas famílias. Já receberam o dinheiro por sua participação.

Edward Huddington: Isto não me está cheirando bem...
Erick Graham: É porque o senhor não toma banho a uma semana, Huddington.

Beth Sanders: E quando acaba isso aqui?
Erick Graham: Seu objetivo é alcançar a Torre de Rádio da ilha. Quando chegarem aqui, o Reality acaba.

Gary Nox: E como chegamos lá?
Erick Graham: Um dos pontos mais interessantes do Reality é isso... Ver como vocês fazem pra achar o local.

Peter Hear Nalon: Que divertido...
Erick Graham: Pra quem assistirá, será! E tomem cuidado, daqui a vinte minutos, um sinal irá tocar. E isso indicará que seu caminho sofrerá um pequeno ajuste de dificuldade... Câmbio, desligo.
Os auto-falantes desligam

Linda Gens: O que ele quis dizer com isso?

Edward Huddington: Eu não confio nesse cara.

Alice Bridge: Confiando ou não, temos que chegar aquela torre de rádio.

Blaineley Diexen: E se for uma armadilha?

Frank Min: Se for uma armadilha, já estamos todos mortos.
O grupo então se põe a andar. Na Torre de Rádio, Graham está monitorando as câmeras até que um barulho de passos e correntes soa, e um homem abre a porta.
Rashty: E aí? Já fez sua parte?
Erick Graham: Sim, já fiz.

Rashty: E quando eu começo a brincadeira?

Erick Graham: Vinte minutos...
--------------------
Fim do Episódio
Personagens do Episódio
Erick Graham

Rashty

Alice Bridge

Amy Pryton

Beth Sanders

Blaineley Diexen

Edward Huddington

Frank Min

Gary Nox

Hermman Saar Uhlig

Jolene Harris

Jonathan Nolax

Leonard Pieters

Linda Gens

Peter Hear Nalon

Sarah Fuchs

Trinton Darco

We're Back Ladies and Gentlemans!!!
E este foi o primeiro episódio do Death Toll "oficial". Espero que tenham gostado, porque eu adorei escrevê-lo. O Pesadelo começa, e todos sabemos o destino dessas 15 pessoas. Personagens novos, e alguns velhos conhecidos. No Segundo Episódio, aparecerá a parte que eu tanto quero contar, que é a fora do Death Toll. Ninguém morreu por enquanto, mas algo me diz que não será assim até o final.
A área de comentários é aberta a todos, para deixarem seus comentários (Óbvio), e suas análises e recepções sobre o episódio. As perguntas agora têm um outro lar... (Aristocraldo Show).
E para aqueles que notaram, era pra este episódio ter saído antes, mas com o ocorrido na Colômbia, eu não tinha condições de fazê-lo ontem (29/11). Que todos os familiares e amigos sejam confortados, e que as pessoas que se foram continuem fazendo o que sabem fazer seja lá onde for: Brilhar.
#ForçaChape
Isto é tudo pessoal!
Jo Soy Aristocraldo, e esta é minha história!
O grupo se olha, esperando alguém decidir algo.

Trinton Darco: Vamos lá, então.
Eles vão em direção das duas pessoas

Leonard Pieters: Vocês sabem o que está acontecendo aqui?
Jonathan Nolax: Gostaríamos de saber também.

Frank Min: Que grande merda. Pensei que soubessem o porque estamos aqui.

Jonathan Nolax: Vai com calma rapaz. Estamos todos na mesma situação, pelo visto.

Blaineley Diexen: Dez pessoas jogadas em uma mata... Não gosto disso.
Escuta-se passos vindos de longe, e todos param assustados. Mesmo com a distância, é possível se observar a figura de um homem. Ele se aproxima.
Hermman Saar Uhlig: Onze pessoas.
[...]
Os onze continuam a sua caminhada, em busca de alguma informação, quando avistam uma garota desesperada. A moça corre em direção do grupo, pedindo ajuda.
Amy Pryton: Socorro! Tem um cara desacordado!

Alice Bridge: Como assim?

Amy Pryton: Eu tava tentando achar alguém, aí encontrei um garoto desacordado.

Frank Min: Desacordado ou morto?
Todos olham assustados para Min

Frank Min: Que foi gente?

Amy Pryton: Desacordado.

Leonard Pieters: Me leve até ele. sou médico, posso ajudar.
Amy conduz o grupo até o local onde o rapaz desacordado estava.

Amy Pryton: Aí está ele.
Leonard, Blaineley e Linda vão verificar o rapaz, enquanto os outros continuam conversando.

Trinton Darco: Por que um bando de aleatórios foi jogado em um lugar aleatório?

Peter Hear Nalon: Por razões aleatórias.

Hermman Saar Uhlig: Não é uma boa resposta.

Alice Bridge: Não temos respostas, essa é a questão.

Peter Hear Nalon: Belo jogo de palavras, moça.

Alice Bridge: Fica na sua.
PH ri, enquanto o rapaz começa a acordar.
Gary Nox: O que está acontecendo?

Beth Sanders: Dá vontade de matar o responsável disso, só pela quantidade de "O Que está acontecendo?".

Jolene Harris: Ninguém pediu sua opinião.
Leonard intervém

Leonard Pieters: Vocês já acabaram?
Beth e Jolene ficam quietas, e Jonathan toma a palavra

Jonathan Nolax: Tenho certeza que não devíamos perder tempo bri...
Antes de Jonathan terminar, surge uma outra moça
Sarah Fuchs: Graças a Deus pessoas normais... Eu acho.

Peter Hear Nalon: Já somos quatorze.

Sarah Fuchs: Talvez quinze. Eu vi um homem muito estranho pela mata.
Trinton Darco: Já vi treze pessoas muito estranhas nessas bandas, mais uma não faria muita diferença.

Beth Sanders: Nos leve até ele, então.

Sarah Fuchs: Eu nem sei se vocês trabalham com ele. Vai que é tudo uma armadilha pra...
Antes de Sarah terminar, Frank a interrompe com um tom de ameaça

Frank Min: Cale a sua boca, e nos leve até lá!
Fuchs fica assustada, e os conduz até o local onde tinha visto o tal homem. Chegando lá, o grupo não avista ninguém.

Peter Hear Nalon: Moça, você é gata e talz, mas não tô vendo ninguém aqui.

Sarah Fuchs: Eu vi ele, eu tenho certeza que vi ele!

Jolene Harris: Então, cadê o cara?

Sarah Fuchs: Não sei, deve ter ido pra outro lugar.

Hermman Saar Uhlig: Não gosto do rumo desta conversa.
Frank agressivamente agarra Sarah, e a pressiona em uma árvore.

Frank Min: Cadê o tal homem estranho?
Gary puxa Frank e o empurra pra longe.

Gary Nox: O que é isto, cara? Ficou louco? Quem tu pensa que é pra fazer isso com ela?

Frank Min: Uma pessoa racional. Tem muito cheiro de armadilha isso.

Gary Nox: Uma pessoa racional não agiria deste jeito.
Beth se posiciona

Beth Sanders: Dá próxima vez que você tentar dar uma de babaca de novo, eu vou me garantir que será a última.
Frank irritado, se cala

Linda Gens: Tudo bem gente, mas cadê o homem estranho?
De repente, os arbustos na frente do grupo começam a se mover, e fazer barulho. Todos se assustam, e Jolene começa a se afastar com medo.

Hermman Saar Uhlig: Apareça babaca!
Beth, Alice, Gary e Jonathan se preparam para um confronto enquanto os outros ficam atentos a qualquer movimento. Mais atrás, Jolene é surpreendida pelo homem, que a prende em um mata-leão. O restante se assusta, e o homem estranho toma controle da situação.
Edward Huddington: Quem são vocês?

Jolene Harris: Me solta!!!!

Alice Bridge: Solta ela!
Edward Huddington: QUEM SÃO VOCÊS?!?!

Jonathan Nolax: Quem é VOCÊ?!

Edward Huddington: Por que estou aqui?

Trinton Darco: Não sabemos.

Edward Huddington: O que é isto?

Jolene Harris: Dá pra parar com o interrogatório, e me soltar?
Edward solta Jolene

Jolene Harris: Obrigado, seu babaca.

Sarah Fuchs: É ele o homem estranho que eu tinha visto!

Jolene Harris: Obrigada por avisar...
Os quinze se encaram, sem entender o que está acontecendo. Até que Jonathan avista algo.

Jonathan Nolax: Vejam! Lá naquele morro tem um poste!

Gary Nox: O quê?
O grupo avista também

Blaineley Diexen: Realmente. Agora, por que tem um poste no meio de uma mata?

Alice Bridge: Vamos descobrir...
O grupo alcança o poste, e percebe que haviam auto-falantes nele.

Jolene Harris: Pra que isso serve?
Os auto-falantes ligam, e um homem começa a falar
Erick Graham: Você realmente não sabe pra que um auto-falante serve?
O grupo se assusta, e Min aproveita pra perguntar

Frank Min: Você deve saber o que é isso aqui!
Erick Graham: Sim, eu sei. E contarei se não houver mais interrupções.

Hermman Saar Uhlig: Então, não haverá mais interrupções.
Erick Graham: Muito bom. Vocês quinze foram selecionados para participar de um Reality Show. Nosso objetivo é ver como quinze pessoas conseguem sobreviver numa ilha, sem avisos prévios.

Alice Bridge: Isso não faz o menor sentido.

Blaineley Diexen: Como nos colocam em um Reality show sem nem sabermos? Sem nem aprovarmos?
Erick Graham: Tudo já foi acertado com suas famílias. Já receberam o dinheiro por sua participação.

Edward Huddington: Isto não me está cheirando bem...
Erick Graham: É porque o senhor não toma banho a uma semana, Huddington.

Beth Sanders: E quando acaba isso aqui?
Erick Graham: Seu objetivo é alcançar a Torre de Rádio da ilha. Quando chegarem aqui, o Reality acaba.

Gary Nox: E como chegamos lá?
Erick Graham: Um dos pontos mais interessantes do Reality é isso... Ver como vocês fazem pra achar o local.

Peter Hear Nalon: Que divertido...
Erick Graham: Pra quem assistirá, será! E tomem cuidado, daqui a vinte minutos, um sinal irá tocar. E isso indicará que seu caminho sofrerá um pequeno ajuste de dificuldade... Câmbio, desligo.
Os auto-falantes desligam

Linda Gens: O que ele quis dizer com isso?

Edward Huddington: Eu não confio nesse cara.

Alice Bridge: Confiando ou não, temos que chegar aquela torre de rádio.

Blaineley Diexen: E se for uma armadilha?

Frank Min: Se for uma armadilha, já estamos todos mortos.
O grupo então se põe a andar. Na Torre de Rádio, Graham está monitorando as câmeras até que um barulho de passos e correntes soa, e um homem abre a porta.
Rashty: E aí? Já fez sua parte?
Erick Graham: Sim, já fiz.

Rashty: E quando eu começo a brincadeira?

Erick Graham: Vinte minutos...
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Fim do Episódio
Personagens do Episódio
Erick Graham
Rashty
Alice Bridge
Amy Pryton
Beth Sanders
Blaineley Diexen
Edward Huddington
Frank Min
Gary Nox
Hermman Saar Uhlig
Jolene Harris
Jonathan Nolax
Leonard Pieters
Linda Gens
Peter Hear Nalon
Sarah Fuchs
Trinton Darco
We're Back Ladies and Gentlemans!!!
E este foi o primeiro episódio do Death Toll "oficial". Espero que tenham gostado, porque eu adorei escrevê-lo. O Pesadelo começa, e todos sabemos o destino dessas 15 pessoas. Personagens novos, e alguns velhos conhecidos. No Segundo Episódio, aparecerá a parte que eu tanto quero contar, que é a fora do Death Toll. Ninguém morreu por enquanto, mas algo me diz que não será assim até o final.
A área de comentários é aberta a todos, para deixarem seus comentários (Óbvio), e suas análises e recepções sobre o episódio. As perguntas agora têm um outro lar... (Aristocraldo Show).
E para aqueles que notaram, era pra este episódio ter saído antes, mas com o ocorrido na Colômbia, eu não tinha condições de fazê-lo ontem (29/11). Que todos os familiares e amigos sejam confortados, e que as pessoas que se foram continuem fazendo o que sabem fazer seja lá onde for: Brilhar.
#ForçaChape
Isto é tudo pessoal!
Jo Soy Aristocraldo, e esta é minha história!

Muito bom Ari, foda o episódio... Acho que para melhorar, poderia inserir algumas imagens e tal, mas está muito bom, me prendeu e estou ansioso pro próximo.
ResponderExcluirParabéns pela homenagem...
#ForçaChape